
Existe aqueles dias onde a sua mente fica tão desconexa e difusa que nem o seu próprio eu entende. As vezes temos que sanar algumas coisas de maneiras estranhas e bizarras ou fazer algo que prospere a desconexão mental.
Quantas vezes nossa racionalidade nos cega a ponto de apenas a loucura mental nos anesteciar a dor da farpa racional.
Quantas vezes só agora ficamos sabendo das coisas, pois apenas temos uma vida pra ser vivida, aproveitada e mutilada. Quantas vezes a vontade de ver algo sendo amassado com amâgo pela própria vontade apenas pelo prazer nos satisfaz com gosto, e esse ato gera asco e vontade de ver. A nossa mente adora o caos, quantas vezes para-se quando acaba a gasolina e pass-se no sinal fechado. Nossa vida é uma turbulência de sensações, expressões e laçerações.
Quantas vezes suamos lágrimas e choramos sangue apenas pelo fato de não nos compreendermos a nós mesmos?? e aos outros?? mostrarmos a anormalidade que aflora em nosso interno, nosso subconsiente mais podre e vil; de forma ingênua, natural e inconsiente. "Dulcinéia que vai se casar!"
Quantas crônicas do dia-a-dia nos remetem a aplausos?? "Palmas para Dom Quixote que ele merece!" e "Cuidado meu amigo, não vá se estrepar não, não queira dar um passo mais largo que as pernas podem dar" e simplesmente "Não vá se perder por ai!", entende??
Tudo é algo cíclico, começo meio fim, dentro do nosso abismo mais profundo, no desenho de nossa mente; pra finalizar "Hoje é dia 36, tudo começa vez!".


